Família de Chimamanda Ngozi Adichie acusa hospital por morte do filho de 1 ano

A escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie que perdeu seu filho recentemente com 1 ano e nove meses, vítima de uma doença rápida, tem acusado o hospital de negligência. O falecimento ocorreu na quarta-feira (07) em Lagos, capital da Nigéria. De acordo com a família, o Hospital Euracare, onde o menino estava internado, cometeu uma séries de erros como falha na administração de oxigênio e sedação excessiva.

A acusação veio durante uma entrevista à TV local por parte da cunhada da escritora, onde afirmou que o diretor do hospital confirmou que a causa da parada cardíaca que culminou na morte da criança foi o excesso de sedação, além da falta de supervisão. 

O porta-voz de Chimamanda declarou que as mensagens vazadas na internet vieram do círculo familiar da escritora, mas que comprovam as falhas clínicas por parte do hospital. “Embora estejamos tristes com o vazamento de um relato tão pessoal de luto e trauma, os detalhes nele contidos destacam as falhas clínicas devastadoras que a família agora é forçada a enfrentar. Esperamos que a essência dessa mensagem, detalhando a grave negligência médica que levou a essa tragédia, permaneça o foco central, mesmo quando aguardamos a verdade e a responsabilização”, diz.

Já o hospital afirmou que o menino chegou ao hospital em estado crítico, negou as acusações, mas informou que uma investigação está em andamento para apurar todas as ocorrências. 

Nkanu Nnamdi de apenas 1 ano e 9 meses morreu na semana passada. A informação veio através de uma nota à imprensa divulgada pela assessoria da escritora. Chimamanda é uma das maiores autoras nigerianas com best-sellers no mundo todo como “Meio sol amarelo”, “Americanah” e “Sejamos todos feministas”.

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