Museu do Louvre, na França, não abriu as portas devido a greve de funcionários

Na última segunda-feira (12), o Louvre, um dos museus mais famosos do mundo por abrigar grandes obras originais como a Monalisa de Leonardo Da Vinci, não abriu as portas para o público devido a uma crise institucional. A greve dos funcionários que percorre os corredores desde dezembro com reivindicações de condições de trabalho. Durante uma assembleia, os funcionários votaram pela continuidade da paralisação.

Isso ocorreu após poucos avanços nas negociações com a equipe diretiva do museu. Considerado o mais visitado do mundo, tendo em média 9 milhões de pessoas por ano, o museu não está em condições de reabrir, de acordo com o porta-voz do próprio Louvre.

Desde o roubo que aconteceu em 19 de outubro, a instituição está no centro dos debates sobre a arte na França. O prejuízo na época foi de mais de R$537 milhões com o roubo de várias jóias. Os funcionários protestam por conta da falta de equipe, sobretudo de vigilantes nas salas onde as obras ficam expostas e contra o aumento dos ingressos para turistas de fora da Europa.

Além das situações citadas, em novembro uma galeria precisou ser fechada devido a problemas estruturais no edifício. Um vazamento de água também ocorreu e danificou centenas de obras egípcias.

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